15/06/2021 às 09h48min - Atualizada em 15/06/2021 às 09h48min

Reunião irá definir plano de trabalho para o cálculo atuarial

Encontro acontece nesta terça-feira (15)

Redação Agora Joinville
Assessoria da Câmara de Vereadores
Foto: Mauro Schlieck/CVJ/Divulgação

As Comissões de Finanças e Saúde se reúnem extraordinariamente nesta terça-feira (15), às 15h45, para discutir o Ofício do Sindicato dos Servidores Públicos de Joinville (Sinsej), em que informa que a empresa que fará a auditoria no Ipreville será a Gestorum, de Porto Alegre (RS). Na reunião será definido o plano de trabalho do cálculo atuarial. O encontro contará com a participação de representantes da empresa contratada, do Sinsej e do Ipreville.

A comunicação sobre a escolha da empresa para realização do cálculo atuarial foi feita na última sexta-feira (11), com um dia de atraso em relação ao prazo definido pelas comissões de Finanças e de Saúde da Câmara para aguardar a contratação. Por esse motivo, os vereadores Wilian Tonezi (Patriota) e Kiko do Restaurante (PSD), presidentes das comissões que analisam o Projeto de Lei Complementar nº 8/2021, encaminharam ofício no início da manhã de sexta-feira (11) ao Sinsej comunicando o fim do prazo.

Os prazos se referem a um requerimento verbal de Tonezi aprovado em reunião conjunta das duas comissões em 1º de junho, que resultou na suspensão temporária da tramitação do PLC 8/2021 (o que estabelece as regras da reforma da previdência). O requerimento definia que, passados os dez dias, o atuário ou a empresa contratada realizassem a auditoria em até 30 dias, prazo que poderia ser estendido ainda por outros 15 dias, dependendo do andamento do trabalho.

A finalidade da auditoria é responder 22 perguntas feitas pelo Sinsej, pelos vereadores e por outras instituições representativas dos servidores municipais quanto aos números do Ipreville. Na reunião desta sexta o Sinsej também pediu a inclusão de mais dois questionamentos a serem respondidos na auditoria.

O sindicato se comprometeu a bancar a auditoria independente em ofício encaminhado à CVJ no dia 17 de maio, mas tinha como condição para a contratação a suspensão da tramitação da reforma da previdência como um todo. Em decisão do Plenário, em 9 de abril, a maioria dos vereadores rejeitou um requerimento para a contratação de um atuário pela própria Câmara.

 

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