09/09/2022 às 16h52min - Atualizada em 09/09/2022 às 16h50min

A voz rouca das ruas

Prisco Paraíso

Prisco Paraíso

Comentarista Político

A frase acima, cunhada pelo saudoso Ulysses Guimarães, nunca foi tão atual. A nação quase parou nesta quarta-feira, 7 de setembro. O tamanho das mobilizações Brasil afora foi algo histórico. Jamais visto antes na história deste país. No Rio de Janeiro, cerca de 1 milhão de pessoas em Copacabana. Na Avenida Paulista, num dia chuvoso na terra da garoa, perto de 1 milhão de manifestantes.
Em Brasília, cerca de 1,5 milhão de brasileiros. Na Capital dos catarinenses, não foi diferente. Milhares de pessoas nas ruas. Todos ordeiros, pacíficos, em família e vestidos com as cores da pátria.
Engana-se ou usa de má-fé quem tenta dizer que a maioria dos presentes foi para acompanhar os desfiles do bicentenário da Independência. Nada disso. O atual inquilino do Palácio do Planalto resgatou um símbolo nacional, a bandeira verde e amarela. Por décadas, ela foi esquecida, relegada, assim como o hino nacional foi tirado das escolas e a doutrinação de esquerda, antipatriótica, muitas vezes degradante e derrotista, se alastrou. O objetivo é claro: tirar nossa identidade, nossa ligação com a pátria, com os valores fundamentais. Que estão de volta!

Exemplo

Nos EUA temos o maior e melhor exemplo do civismo, do patriotismo, dos símbolos e do orgulho nacional. Com a força da indústria cinematográfica, passamos a ver por aqui mais bandeiras yankees do que a nossa, a brasileira, da nossa terra.

Terra arrasada

A doutrinação arrasou o civismo nacional. Bolsonaro resgatou isso, o que é um dos tantos motivos que lhe fazem ser odiado à morte pela esquerda radical. O presidente trouxe com ele esse segmento enorme da população brasileira que vê isso como fundamental para o país.

Obsessão pelo poder

Vamos relembrar no final da década de 1970, o tal Foro de São Paulo, que visava a conquista do poder, o aparelhamento da máquina estatal. E conseguiu. Isso ocorreu efetivamente a partir da eleição de Lula da Silva em 2003, sua reeleição, a eleição de sua pupila Dilma Rousseff e a reeleição dela.

Degola
Segundo mandato que não foi terminado pela inepta petista. Forçaram a barra, mas ela fez o que já havia feito Fernando Collor de Mello. Quis administrar sem o Congresso. Isolou-se e deu-se mal.

Corruptos

O próprio José Sarney, que assumiu com a morte de Tancredo Neves, tocou uma das gestões mais corruptas da história (só suplantada pela era PT). Compôs, contudo, com o Parlamento e se manteve no poder.

Rito

Itamar Franco, que assumiu no lugar de Collor, também atuou com os congressistas, a exemplo de FHC e todos os seus sucessores.

Melancolia

A realidade triste e melancólica deste país é que qualquer governo que não ceda ao Congresso está fadado à degola.

Caras-de-pau

Agora, querer acusar Bolsonaro de se apropriar da bandeira e do sete de setembro é de uma leviandade, de uma falta de senso, de uma falta de ideias assustadora. Jair Bolsonaro resgatou a bandeira e o civismo. O resto é choro derrotista.

Apoio a Jorginho

Durante o grande evento de lançamento da campanha do vice-prefeito de Balneário Camboriú, Carlos Humberto, nesta quinta, a expectativa girava em torno do anúncio do prefeito Fabrício Oliveira (Podemos), de apoio à campanha do senador Jorginho Mello ao governo.

No páreo

Carlos Humberto é candidato a deputado estadual e fortalece seu projeto, já robusto, com o respaldo do alcaide. Existe forte articulação, liderada pelo próprio vice, para que Oliveira assine ficha no PL.
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