04/02/2022 às 09h23min - Atualizada em 04/02/2022 às 09h22min

Geleia geral

Por unanimidade, como já era previsto, o deputado Moacir Sopelsa foi eleito para presidir a Assembleia Legislativa neste ano santo e eleitoral de 2022. O parlamentar está completando seu sexto mandato e encerrará a carreira pilotando o Parlamento.
O que chamou a atenção foi a disputa pela vice-presidência da Casa. Nilson Berlanda, do PL do senador Jorginho Mello, cumpriu a palavra e renunciou ao cargo.
O nome que estava acordado para esta posição era o de Marcius Machado. O lageano levou três dos demais votos da bancada. Não conquistou, no entanto,  o voto do quinto integrante do partido. Que, aliás,  disputou contra ele. Maurício Eskudlark foi eleito com folga. Conquistou 31 sufrágios enquanto Marcius Machado só teve sete.
Eskulardk agregou a votação de vários partidos. Teve apoio total do governo. O deputado foi líder do governo no primeiro ano de Moisés da Silva.
Evidentemente que Maurício Eskudlark terá dificuldades de permanecer no PL. Jorginho Mello, que comanda a legenda no Estado, é o principal nome de oposição hoje ao governador.

Sem ambiente
O novo primeiro vice-presidente elegeu-se contra a própria bancada, contrariando, de quebra,  a orientação de Jorginho Mello. É difícil imaginar como ele poderia permanecer no partido a partir de agora. A confusão é grande neste momento.

Lá e cá
Por falar em confusão, no contexto nacional o quadro é parecido. Com relação à possibilidade de Geraldo Alckmin ser vice de Lula, pelo PSB, a jogada tem um objetivo maior: trazer o PSD para o colo do PT. Alckmin estava praticamente acertado com o partido de Gilberto Kassab para disputar o governo paulista.

Mapeando cargos
Kassab, aliás, já declarou que aceita a missão de ser ministro de Lula da Silva.

Sinuca de bico
Como ficaria o PSD em Santa Catarina? Raimundo Colombo, Napoleão Bernardes e por aí vai. Vão estar com Décio Lima, Ideli Salvatti, quem sabe com Dário Berger?
Definitivamente, é desalentador a situação político-partidária neste país.

Redução do IPVA
O deputado Milton Hobus protocolou projeto de lei que reduz o valor do IPVA no Estado.  O imposto tem sido o grande vilão do orçamento das famílias catarinenses após a escalada de preços dos veículos usados.

Indexador
A proposta prevê que a variação anual do IPVA não ultrapasse o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país e que serve de base para os reajustes salariais dos trabalhadores. Neste ano, o motorista vai desembolsar, em média, 27% a mais do que pagou no ano passado. Isso porque a Fipe – indicador utilizado como referência pelo mercado de veículos usados – cresceu neste mesmo patamar.

Dura realidade
Após a euforia de todo o trade turístico, que aguardava a melhor temporada de todos os tempos para o setor, o alerta da nova variante da Covid-19 arrefeceu os ânimos. Porém, há o que comemorar, diante do resultado pífio registrado no mesmo período do ano passado (48,4%). O mês fechou com 73,1% dos leitos ocupados, mas não superou os resultados entre 2017 e 2020.
 
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Prisco Paraíso

Prisco Paraíso

Comentarista Político

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