01/10/2021 às 08h42min - Atualizada em 01/10/2021 às 08h41min

A imagem

Prisco Paraíso
A foto postada por Jair Bolsonaro, às gargalhadas, ao lado do empresário Luciano Hang no começo da noite de quarta-feira, depois da CPI da Vergonha, diz tudo. Hang deu de relho nos despreparados, arrogantes e prepotentes senadores de oposição.

Espetáculo deplorável pilotado pelo vergonhoso, asqueroso Omar Aziz. Tentaram, como sempre, enfiar goela-abaixo deste país uma narrativa falsa, que briga com os fatos, querendo imputar ao empresário a condição de réu confesso.

Só que não colou. A repercussão pró-Hang foi imensa, gigantesca. Definitivamente, não funcionou a sessão pastelão, cujo único objetivo era tentar atingir, atrapalhar, fustigar o presidente da República. E constranger seus apoiadores.

O que Omar Aziz, Renan Canalheiros e seus asseclas estão conseguindo é afundar, definitivamente, a imagem do Senado da República.  


Papel de equilíbrio
A instituição é justamente onde deveria morar o equilíbrio. São três senadores por estado para atenuar os efeitos da representatividade da Câmara, onde os estados mais populosos têm mais vez e voz. Não é um número aleatório.
O Senado é a Casa revisora por excelência. Eventuais excessos ou erros cometidos na Câmara podem ser ajustados, revistos, equacionados pelos senadores.


Moleques
E o que temos visto é um espetáculo de molecagem, de perseguição política e de como não se deve fazer nem no jardim da infância.

Em alta
Seria cômico. Se não fosse trágico. Neste contexto é que figuras como o catarinense Jorginho Mello estão se sobressaindo. Jorginho, habilidoso politicamente, protagonizou um enfrentamento público contra o notório Renan Canalheiros. E tem dito, de forma resumida, sobre a dupla que pilota a CPI: não têm estatura política e muito menos retidão moral para estar à frente da Comissão.

Dá um banho
O alento é que existem líderes como Luciano Hang. Que nunca disputou um cargo público, fez toda sua vitoriosa carreira tendo como um dos grandes desafios justamente superar todos os entraves que o poder público deste país coloca no caminho de quem deseja empreender, crescer, melhorar.

Musculatura
Hang, que tem moral, inteligência e capacidade de sobra, atropelou os senadorezinhos da oposição. Que estão tão pequenos que não cabem mais nem no próprio bolso do paletó. Já Hang entrou grande na CPI e saiu de lá gigante.

FRASE
"Foi uma das melhores participações da CPI que a gente teve aqui. Pela clareza, não deixou nenhuma resposta a ser dada. Falou a verdade e a verdade não precisa ser combinada. Ele é um empresário que muitas vezes é criticado, nós deveríamos estar aplaudindo ele aqui e não fazendo a inquisição que foi feita. Infelizmente nós estamos aqui cumprindo essa missão amarga."
Jorginho Mello, senador, integrante da CPI


Nome forte
Se Luciano Hang já era um nome forte para a disputa estadual de 2022, depois do espaço que ganhou, ele é fortíssimo. Pode estar na chapa do próprio Jorginho Mello, concorrendo ao Senado. Sonho do atual senador e também desejo do presidente Jair Bolsonaro. Agora, só depende do empresário topar o desafio.
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Prisco Paraíso

Prisco Paraíso

Comentarista Político

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